Há alguns anos fundei um Clube do Livro junto com uma amiga. A ideia inicial era apenas (re)ler As Brumas de Avalon – de longe minha série de livros preferida. Então quando o Clube se expandiu e eu trouxe a ideia de ler o livro Pachinko, eu sabia que as chances de eu gostar da leitura eram altas. E isso porque as duas histórias têm uma característica que eu amo: romance multigeracional. Adoro demais quando acompanho os desdobramentos familiares através dos anos e os impactos/consequências das decisões dos personagens. A obra foi tão bem sucedida que virou uma excelente série pela Apple TV (as imagens que ilustram o texto são dela), ainda na 2ª temporada (são previstas quatro). Pachinko, não à toa, foi o livro preferido de 2024 do nosso pequeno Clube e eu não poderia deixar de indicar essa obra-prima aqui pra vocês! continue lendo »
Tem pouco mais de um ano desde que o SARS-CoV-2 foi devidamente descoberto e classificado, e cerca de um ano que a doença COVID-19 foi primeiro identificada… Lá no final de 2019 a gente jamais imaginaria que o próximo ano seria tomado por uma pandemia global, com milhões de infectados e outros tantos milhões de mortes, pra não falar na quase que completa ignorância que realmente temos em relação ao próprio vírus, à doença e, mais importante que isso, quais são e serão realmente as consequências desta coisa toda… Mas vamos deixar isso de lado um pouco. Vamos falar de quando a pandemia realmente acabar.
Pra encerrar (Por enquanto) minha ligeira passada pelo trabalho da Editora Draco, resolvi ler o romance O Segredo do Kelpie: Saca aquela lenda escocesa do cavalo carnívoro que afoga pessoas nos rios e lagos? Pois então, e se um kelpie fosse capturado?
As piadas de fim de ano são uma antecipação à reunião com o Tio do Pavê.
Apenas um mês depois de Duendes – Contos Sombrios de Reinos Invisíveis ser financiado no Catarse, o livro já estava aqui em casa (Muito pra minha surpresa, inclusive, tanto com os Correios quanto com a Editora Draco). Levei um tempinho pra finalmente terminar a parada, mas véi… Tipo… LeiÃO o bagulho.
Quer dizer, eu nunca tive uma biblioteca particular nem nada disso: Tem gente que teve muito mais volumes do que eu, mas eu já tive bastante. Prateleiras e mais prateleiras ocupadas – abarrotadas – e ainda assim com mais livro que espaço pra colocá-los. Houve época em que toda semana eu comprava livro novo, todo mês chegava um novo material aqui em casa. Nos últimos anos, isso mudou bastante… O que continua, ou é importante ou está na beira do abismo.
Não tinha muito que eu havia me mudado pra cidade: Mudanças na empresa que eu trabalhava acabaram levando à uma demissão em massa – uma “reestruturação” como eles chamaram – e acabei desempregado. Mandei currículo pra várias outras companhias, desde as start-ups até multinacionais, mas meus antigos colegas de trabalho ou chegaram primeiro ou tinham melhores indicações. Fiquei feliz por eles… Ao menos pela maioria. Só que isso me levou à tentar vagas bem mais distantes, e a primeira que me chamou eu fui: Quatro malas bastaram pra pôr tudo que eu tinha dentro e me mudar pra cá. continue lendo »