Eu tô cansado de começar essa coluna (?) dizendo que voltamos mais uma vez depois de não sei quanto tempo abandonada, então, sem mais delongas vamos às melhores e piores notícias da semana. Deixa só eu tirar essa teia de aranha aqui, passar uma vassoura no chão, um paninho nos móveis e pronto. Vamos nessa. continue lendo »
Esse texto faz parte de uma série, em que ex-colaboradores e conhecidos retratam sua percepção sobre os 10 anos de Bacon. Nesse caso, um dos últimos funcionários.
Olá, leitores. Não vi que vocês estavam aí. Entrem por favor, peguem uma cerveja e sentem – se ao redor da fogueira. As regras são simples:
1 – Quebrou, pagou
2 – Chorou, parou
3 – Não seja babaca
Tendo isso em mente, vamos para a história de hoje. continue lendo »
Tá de volta não somente com uma temporada nova, mas também às suas origens pré-Netflix. E não, eu não tô aqui pagando de hipster. Eu gosto das temporadas três e quatro produzidas pela Netflix, mas acho que elas perderam um pouco da essência. A porrada na boca do estômago ainda tava lá, só que com menos pressão. Doía, mas não tirava o fôlego como White Bear ou perturbava como The Waldo Moment, que inclusive concretizou-se mais rápido do que eu imaginava. Enfim, vamos ao que interessa. continue lendo »
Vingadores – Ultimato finalmente está entre nós e como tudo o que havia pra ser dito sobre o filme, tanto pra bem quanto pra mal, já foi dito, vamos direto ao que interessa: O futuro do UCM! Sim, teorias de fãzoca embasadas em porra nenhuma.
A 9° temporada de Pelouki Déd me agradou bastante. De um jeito que não acontecia desde a 4° temporada. Depois de dois anos presos na “guerra” contra os Salvadores, a série finalmente andou e muito disso deve-se à nova showrunner, Ângela Kang, que chegou na série mostrando que dá pra Pelouki Déd ser mais do que um drama “familiar” de Rick Grimes. Porém, apesar da temporada ter mais pontos positivos do que negativos, existe um momento que me incomodou bastante e é dele que eu preciso falar. Mals aí, força do hábito. Quem sabe ano que vem eu finalmente faça um texto apenas elogiando a série?
Desculpa, cara. Teu joguinho não funcionou comigo.
O que sabemos sobre o novo crossover de Arrowverse?
O Arrowverse é formado pelas séries de Arrow, Flash, Supergirl e Legends of Tomorrow. Desde 2014, crossovers entre algumas dessas séries são comuns, mas foi em 2016 que o primeiro crossover entre todas elas realmente aconteceu. O evento repetiu-se em 2017 e já tem data marcada pra 2018. Porém, dessa vez sem a presença da galera de Legends of Tomorrow.
O crossover desse ano terá o título de Elseworlds, um antigo selo da DC que mostrava mundos alternativos e apresentará a Batwoman (Ruby Rose), que já tem série própria encomendada. Além disso também teremos a primeira aparição de Lois Lane e do Superman com o uniforme negro em Arrowverse.
Comemoração dos 80 anos da Marvel traz grandes clássicos de volta
Em 2019 a Marvel comemora seus 80 anos (contando a época em que foi Timely Comics e Atlas) e para comemorar anunciou lançamentos especiais de 3 grandes clássicos. Crypt of Shadows (Cripta das Sombras), lançada nos anos 70 que contava histórias de terror, Journey into Unknown Worlds (Jornada aos Mundos Desconhecidos), dos anos 80 e que focava em histórias de ficção científica e War is Hell (A Guerra é um Inferno), também da década de 70 e que, como o nome já diz, reunia histórias sobre a Segunda Guerra Mundial.
A primeira série live action de Star Wars finalmente virá ao mundo.
Cê fraga Boba Fett, o personagem mais inútil de Star Wars que toma volta pro Han Solo cego? Então, calma. A série não é sobre ele, mas sim sobre o povo dele. The Mandalorian é o nome da série e é focada em um mandaloriano, obviamente, se metendo em altas confusões em uma galáxia muito, muito distante.
A série é ambientada entre O Retorno de Jedi e O Despertar da Força, será produzida por Jon Favreau, terá entre seus diretores Dave Filonni e Taika Waititi e eu sinceramente não sei se quero ver mais universo expandido de Star Wars.
Desde que a Marvel Studios começou o UCM lá em 2008 com Homem de Ferro, teve início em Hollywood uma corrida louca entre vários estúdios tentando recriar a mesma fórmula. Reunião dos monstros da Universal, de princesas Disney, de criaturas gigantes, entre outras coisas loucas, foram anunciados e não muito tempo depois descartadas após os envolvidos perceberem que não é lá tão fácil assim construir um universo compartilhado que faça sentido e funcione. E convenhamos que se nem a Marvel faz isso de forma perfeita, mesmo sendo a que mais deu certo, imagina esses outros estúdios que não tem a menor noção do que tão fazendo?