O nova iorquino Harvey Shine (Dustin Hoffman) está prestes a perder seu emprego sem perspectivas como compositor de “jingles”. A situação piora mais quando descobre que sua filha escolheu o padrasto dela (James Brolin) para levá-la até o altar. Tentando disfarçar seu desolamento, Harvey abandona o casamento antes da recepção na esperança de chegar a tempo ao aeroporto, mas perde o vôo. Ao ligar para seu chefe a fim de dar explicações, Harvey é demitido imediatamente. Enquanto afoga suas mágoas no bar do aeroporto, ele começa a conversar com Kate (Emma Thompson), uma funcionária do Departamento de Estatísticas Nacionais, cuja vida se resume ao trabalho, a humilhantes encontros casuais e telefonemas sem fim de sua mãe pegajosa (Eileen Atkins). É a chance de cada um ajudar o outro a encontrar seu rumo.
Filme com Dustin Hoffman por mais brega que seja, sempre é bom.
Continuando a série sobre quem é melhor – Matt Groening ou Seth MacFarlane – para efeito de comparação (se é que dá para comparar os dois estilos) vou colocar frente a frente (tem hífem isso?) as obras de ambos.
Irei analisar personagem por personagem, de acordo com a relevância de cada um, e no final, com dados e detalhes ordenados e escolhidos exclusivamente por mim, darei meu veredicto.
Romeu é um cão que vive numa casa luxuosa até que seus donos mudam de cidade e o deixam com os empregados, que o enxotam para a rua.
Ameaçado pela gangue que domina a rua, Romeu consegue conquistá-los sugerindo um negócio. Porém, suas atividades vão despertar a ganância da máfia local e de suas panteras-ninja, que vão colocá-los em apuros. A única maneira de salvá-los será entregar a cachorrinha por quem Romeu se apaixonou ao chefão da gangue
Miley Stewart (Miley Cyrus) luta para lidar com a escola, amigos e com sua a personalidade secreta de pop-star. Quando a crescente popularidade de Hannah Montana ameaça tomar conta de sua vida – ela talvez simplesmente a deixe tomar. Então seu pai (Billy Ray Cyrus) leva a adolescente para casa em Crowley Corners, no Tennesse, para uma dose de realidade, iniciando uma aventura tão cheia de diversão, risos e romance que nem mesmo Hannah Montana poderia imaginar.
O ambicioso congressista americano Stephen Collins é o futuro de seu partido – até que sua assistente morre tragicamente e segredos começam a vir à tona.
Cal McAffrey, repórter veterano de Washington D.C., tem uma antiga amizade com Collins, mas, seguindo ordens de sua editora, Cameron Lynne, precisa investigar a história.
Na medida em que ele e sua parceira novata Della Frye tentam desvendar a identidade do assassino, se deparam com uma conspiração envolvendo algumas das mais promissoras figuras políticas e corporativas dos Estados Unidos. Algo que ameaça abalar as estruturas de poder da nação.
Enfim, depois de um tempo de férias forçadas, estamos aqui de casa nova, agora no Bacon Frito que, a não ser que você seja vegetariano, judeu ou metido a controlar colesterol, com certeza vai gostar.
Agora, voltando ao Papo Animado da semana, repito a pergunta do título: O que ocorre com o Cartoon Network? continue lendo »
A noite caiu no Instituto Smithsonian em Washington, EUA. Os guias já foram para casa, as luzes estão apagadas, as crianças estão enfiadas em suas camas… Ainda assim, algo incrível está em atividade enquanto o ex-vigia noturno Larry Daley (BEN STILLER) se descobre atraído por sua mais assombrosa e maior aventura até o momento, na qual a História verdadeiramente ganha vida.
Para quem acompanha as notícias sobre o mundo da animação, não é nenhuma novidade, mas para quem anda meio perdido no mundo e não lembra nem o que comeu há duas horas, se sentirá no auge da época das grandes animações da Disney.