Futebol Americano não é Futebol e você não é cool
Vamos falar sobre esporte.
Vamos falar sobre esporte.
A Paramount desistiu de lançar a sequência de Guerra Mundial Z e o remake de Sexta Feira 13 este ano. Na verdade a Paramount devia ter desistido de quem teve a ideia de fazer esses filmes, isso sim. E essa seria uma boa notícia, se no lugar do reboot de Sexta Feira 13 não fosse estrear Mother, mais um filme da Jennifer Lawrance.
Episódio focado em Castiel com flashbacks da época em que ele ainda era um anjo cuzão pré-quarta temporada. O episódio teria sido bom, se não tivesse cagado a própria mitologia da série de novo, afinal, se Castiel acreditava que um nefilim é uma ameaça tão perigosa contra o universo e tudo o que existe, como ele não se ligou nisso quando matou tão facilmente um nefilim adulto na oitava temporada? Porra, gente. Alguém tem que anotar as coisas que acontecem na série.
Foi liberado o trailer da nova temporada de Samurai Jack, que apesar de parecer muito bacana, eu pretendo passar longe. Esses dias eu tava assistindo uns Cartoon Cartoons de madrugada e PUTAQUEMEPARIU, como aquilo era chato. Claro que quando moleque eu curtia e achava foda e é justamente tentando prezar estas memória que eu me manterei bem longe desses remakes/novas temporadas. E cês ainda reclamam dos novos desenho do Cartoon Network. continue lendo »
Sweet/Vicious me proporcionou algo que eu não sentia há anos, aquela sensação de quando você descobre um herói completamente novo e mergulha de cabeça nesse novo e incrível universo do qual você não sabe absolutamente nada. A série tem tudo que os quadrinhos já tiveram de melhor há muito tempo atrás. Crises de identidade, motivações reais, injustiça, uma vida dupla realmente necessária e complicada e um sidekick carismático como nunca vi um sidekick antes. Em tempos de quadrinhos fracos, Sweet/Vicious acabou sendo a melhor coisa que “li” esse ano.
Barry e Íris tão vivendo ajuntadinhos no novo cafofo que o Barry arrumou pra eles. Íris não tá entendendo direito o que tá acontecendo, mas o Barry tá sofrendo de viuvísse antecipada, já que ele foi pro futuro e viu o Savitar matando a namoradinha. E aí temos o drama de Kid Flash, que ainda tá aprendendo, segue ordens do Flash e não é visto por alguns como um super herói heroico o suficiente. Inclusive rola piadoca/referência de mandarem o menino Wally pra Keystone City. Se cê não pegou essa cê precisa ler mais quadrinhos. Ou assistir mais desenhos da Liga da Justiça. De resto tá tudo na mesma, o novo Wells continua um pé no saco, o drama de Caitlyn/Nevasca torna-se cada vez mais fútil, já que ela preocupa-se tanto em não tornar-se Nevasca, mas recusa-se a recarregar as algemas inibidoras, que são a única coisa que impedem sua malignização. Porra, Caitlyn! Não força a Barry barra, fia! Ah, e teve uma “explicação” sobre o futuro ser um ponto fixo que quase me fez desistir da série.
Desde o final de Sons of Anarchy eu não acompanho uma série que me deixe tão tenso e esperando pelo pior a qualquer momento. Shut Eye é uma série do Hulu, que, pra quem não sabe, é um serviço de streaming tipo a Netflix. A série aborda a máfia cigana dos falsos videntes, bom, pelo menos até um desses falsos videntes começar a ter visões de verdade. Eu não sei que tipo de mandinga essa série fez pra mim, mas eu fiquei fascinado por todos os personagens desde o primeiro episódio. Bom, talvez com exceção da mulher safada do protagonista.
Eu sempre gostei de coisas de terror. Não só de terror, mas que abordem o sobrenatural em geral. Mas se tem uma coisa que eu tento manter distância é quando dizem que a história, por mais que seja mentira, é baseada em fatos reais. Até hoje eu acho que 3:00 é a hora do demônio por causa do Exorcismo de Emily Rose e como bom amante da insônia que sou, tô sempre acordado por essas horas, o que é sempre um sofrimento. E como a produção de O Exorcista é cercada de casos inexplicáveis e lendas urbanas, eu sempre tive um puta dum cagaço do filme, tendo assistido só uma vez quando era criança e não tinha conhecimento das “histórias reais” da gravação. Mas aí estreou essa porra de série do Exorcista, que é foda pra caralho e me obrigou a ignorar esse cagaço e assistir a porra toda. Não sei se to feliz ou não. Afinal, em algum momento a bad vai me pegar.
Não poderia começar esse texto de outra forma se não citando Misfits. Quer dizer, eu até poderia começar esse texto de outra forma, bastava formular outra frase, mas acho que essa é a melhor maneira de começar o texto. Porra, que saudades de Misfits, caras. Enfim, Crazyhead é a mais nova série de Howard Overman, também criador de Misfits, e é uma ótima maneira que temos pra matar as saudades daquele grupo de delinquentes que tanto amamos.
expectativa
substantivo feminino
situação de quem espera a ocorrência de algo, ou sua probabilidade de ocorrência, em determinado momento.
Ex: O Jô é um trouxa porque cria expectativas em cima de tudo.