Apesar de Assim Falou Zaratustra estar na minha cabeceira há meses (E já há meses intocado) resolvi reler Asimov, mais precisamente Sonhos de Robô, uma coletânea de contos que acabam por exemplificar um pouco de tudo que o autor fez em termos de ficção científica. Um excelente livro para se ler como introdução pra o filme Eu, Robô, diga-se de passagem, à parte do livro homônimo. E venho, já há uns dias, jogando novamente Deus Ex: Human Revolution.
Inspirada pelo ótimo e bem antigo (Setembro de 2014, chesus) texto do Loney e pelo chilique (Bem mais antigo) do Edu Falaschi, resolvi escrever esse texto aqui sobre algo que sempre me incomodou. Concordo com ambos: O Loney disse que brasileiro acha que tudo o que é feito aqui tem que ser valorizado e ponto, sem qualquer análise crítica. O que é ridículo por si só, ninguém é obrigado a gostar de nada só porque foi feito na sua cidade/estado/país. É bom, vamo valorizar, não é bom, dane-se, não vou dizer que é só porque compartilho a mesma nacionalidade do cara que fez. Mas também concordo com o Edu quando ele diz que brasileiro paga muito pau pra gringo. Que valoriza demais o que é feito lá fora, que paga preços exorbitantes pra ver show de gringo, mas que ignora completamente quem faz metal por aqui. O que pensando no quanto o rock/metal e suas vertentes nacional é desvalorizado por aqui ele tá absolutamente certo. Parece contraditório? Parece, mas não é. Vem comigo que eu explico. continue lendo »
Nova Inglaterra, década de 1630. William e Katherine levam uma vida cristã com suas cinco crianças, morando à beira de um deserto intransitável. Quando o filho recém nascido dela desaparece e colheita falha, a família se transforma em outra. Por trás de seus piores medos, um mal sobrenatural se esconde no bosque ao lado.
O hype em torno de A Bruxa quase me fez desistir de chegar perto de qualquer coisa que o envolvesse. Quando alguns críticos começaram a falar sobre passar mal e ordenaram “não veja esse filme no cinema” revirei os olhinhos e lembrei bem de outros títulos que vestiram essa carapuça, apenas para decepcionar. Mas o terror de estreia de Robert Eggers, como diretor e roteirista, e que conta com 3 estúdios independentes nos bastidores de sua produção, surpreende como um filme maduro, que conduz uma narrativa do verdadeiro horror, com muita inteligência, sem recorrer aos já manjados sustos como artifícios para causar tensão na plateia, ou ao CGI para encantar os olhos. Não precisa disso. O medo está lá. O pavor é a história. continue lendo »
Eu achava que tinha visto muita coisa maneira e/ou bizarra, mas os caras do Royal Blood conseguiram atingir um novo nível de tosqueira/grandiosidade com o clipe de Out Of The Black: Uma mistura de animação [Provavelmente pra baixar custos] e filmagens de verdade contando uma história sangrenta e… Ah, assiste a parada ae que são só 4 minutos e 18 segundos, cê já gastou mais tempo que isso com memes que eu sei. continue lendo »
Wasteland Siege é o tower defense do tipo que eu mais gosto, no qual não há um caminho que os vilões percorrem, mas sim quando cê tem a sua torre e tem que atirar nos alemão inimigos que vem dos lados. continue lendo »
A Série Divergente: Convergente (The Divergent Series: Allegiant) Com: Shailene Woodley, Zoë Kravitz, Miles Teller, Theo James, Naomi Watts, Maggie Q, Ansel Elgort, Jeff Daniels, Joseph David-Jones e Bill Skarsgård
Depois de derrubarem a sociedade baseada em facções, Tris, Quatro, Caleb, Peter, Christina e Tori vão para além do muro, onde descobrem que existe uma nova sociedade. Ou é só uma sociedade que eles não conheciam.
O próximo filme vai ser o Detergente ou o Abrangente? Talvez o Regente, ou o Pungente. De qualquer forma, meh. continue lendo »
Quer uma palavra que eu não suporto? “Comunidade“. Não no sentido do conjunto de pessoas, mas quando quer dizer, inevitavelmente, bairro/morro/favela/quebrada de gente pobre. Porque eu sou elitista? Porque eu sou contra a rede Globo? Porque eu nunca passei dificuldade na vida? Não, nada disso, é porque basta dizer que você é da “comunidade” e você ganhou um passe livre pra fazer merda e chamar de cultura. continue lendo »
Cinebiografia de Lili Elbe (Eddie Redmayne), que nasceu Einar Mogens Wegener e foi a primeira pessoa a se submeter a uma cirurgia de mudança de gênero. Em foco o relacionamento amoroso do pintor dinamarquês com Gerda (Alicia Vikander) e sua descoberta como mulher.
Quando o trailer de A Garota Dinamarquesa foi divulgado pela Universal, em meados de setembro, outubro, eu fiquei toda ouriçada. Sei que estou parecendo uma tiazona falando, mas eu não tenho outro adjetivo melhor em mãos. Mais do que com Goodnight, Mommy. Mais do que com o show do H.I.M., banda favorita da minha adolescência. Se meu casamento estivesse marcado para antes da estreia, provavelmente estaria dando menos fucks do que para a trama de Einar Wegener, posteriormente Lili Elbe, historicamente conhecida por ter sido a primeira transexual a realizar uma cirurgia de mudança de sexo. continue lendo »
Eu não sei como vocês conheceram UNKLE [Já que é provável que cê nem conheça], mas eu conheci graças à participações do Josh Homme. É, aquele mesmo que canta no Queens of the Stone Age. Ele já colaborou com o trio [?], e gravou os vocais de Restless, que é essa bad trip de peyote que vocês acompanham no vídeo abaixo. E que mesmo assim é maneiro, assim como a música.
Ah, um fator a ser lembrado é: Esse clipe foi feito por um fã ganhador de um concurso ou algo do gênero, o que explica muita coisa. continue lendo »
Eu não ligo a mínima pras eleições americanas, apesar do discursinho que normalmente te dão quando você diz esse tipo de coisa: Punch The Trump está aqui muito mais pela nostalgia que por qualquer outra coisa. E porque violência é legal. continue lendo »