É isso aí, seus putos. Depois de tanto tempo, estou de volta para recomendar a vocês mais um terço de dúzia de tirinhas de conteúdo humorístico divulgadas via internet. Para começar bem (E compensar um erro feito nas outras três colunas em que recomendei webcomics): continue lendo »
Bem galera, escrevi na coluna anterior que estrearia uma nova seção aqui no Bacon, mas na realidade só assumi a Sit.Com, já que o Paulo Jr. tirou férias, e não temos ideia se ele volta da Islândia. Assim, juntamente com Papo Animado, tenho o controle de todo o site todas as seções sobre TV do Bacon Frito, o que não significa nada, na realidade.
Então, para começar, nada melhor do que ir direto ao fim. continue lendo »
Não sei se vocês notaram, mas essa terça está totalmente literária aqui no Bacon. E eu continuo tentando ampliar a cultura de vocês. Sem trocadilhos, por favor.
A luz azulada da tevê refletia na parede da sala do micro-cômodo onde vivia. Os canais conseguiam ser separadamente, tão desinteressantes quanto o todo. O cigarro que pendia em sua mão apagou no filtro, não se daria nem o trabalho de jogá-lo no cinzeiro. Sirenes soavam ao longe mostrando que pelo menos alguém estava se divertindo essa noite.
Alguém tá se divertindo essa noite, e não é no Bacon. Ou seja, vá ler o resto.
O primeiro autor da “última flor do Lácio, inculta e bela” a ganhar um prêmio Nobel de literatura faleceu recentemente. Sim, estou falando do José Saramago.
A mídia já fez uma clara e aberta declaração de que o maior medo do autor lusitano era a morte, e em suas obras é isso que fica demonstrado (Ao menos nas que eu li), pois ele sempre procura demonstrar que a vida é curta e que enquanto nos preocupamos com as coisas que nos cercam como trabalho, estudos, contas e outras coisas esquecemos de fazer aquilo deveríamos fazer acima de tudo: Viver. continue lendo »
Depois das crônicas e contos peculiares de Xico Sá, continuarei na temática do amor, dos conflitos sexuais, dos encontros e desencontros, enfim, dos relacionamentos sentimentais. Dessa vez, recomendo um romance daqueles que só se para de ler quando as páginas chegam ao fim. Afinal, não é à toa que Mario Vargas Llosa é um dos maiores escritores vivos e, segundo muita gente, sucessor de Gabriel García Márquez, como nome da literatura latino-americana. continue lendo »
Pobre Sergei. Parecia ser mais um dia no trabalho de chefe de segurança no setor da órbita espacial G-54, quando a nave-protótipo Hermes deixou de emitir comunicação. Sua missão é ir à bordo e investigar. Só que tem alguns monstros, zumbis e insetos esquisitos, que te farão parte da trama. Se você ficar vivo, claro. continue lendo »
Tá na hora de encarar a verdade: Eu falo merda. Falar merda é bom, mas o problema é falar merda quando se fala merda, resultando em uma merda ao quadrado, também conhecida como bosta. Bosta não é bom. Já que cês tão lendo este texto, eu penso que vocês já leram o primeiro sobre o assunto, né não? Então volta lá, FDP.
Tô falando pra voltar. E leia os comentários também. Volte pra cá quando tiver lido tudo.
É, agora quem escreve para essa bagaça aqui sou eu mesmo. Mas continuem acompanhando o FBQPB, afinal, espero que alguém que pegue o quadro honre-o, porque temos vários textos assinados por mim lá, né?
O filme de hoje é um que eu já pretendia falar desde aqueles meus recentes problemas com os goró. É, eu sou um semi-alcólotra aos 21 anos de idade. E desde que eu fui parar no hospital eu repensei toda a minha vida e esse filme me ajudou muito. (Aham, vocês acreditaram? Hahaha.)
Vou falar que não sou fã doente de Iron Maiden. Sim, eu ouvi poucas músicas do conjunto. Não, não me sinto um bosta por isso: Sempre há tempo de escutar coisas novas BOAS. E essa foi sugestão do leitor Jota Pê, que mandou suas observações sobre o clipe.
O clipe mais foda de todos os tempos. Nele, aprendemos algumas lições valiosas:
1) Metaleiros também usam roupas que não são pretas;
2) Guitarra tem tudo a ver com piscina e futebol;
3) O melhor lugar para se filmar um clipe de metal é em um campo de flores.
Sei lá, véi. Pra mim eles tão usando roupas pretas embaixo das roupas normais. Confira o clipe no rrrrrreplay. continue lendo »
Como eu disse no último artigo, com o tempo a fórmula mágica descoberta pelos cartunistas para manter seus fieis leitores dentro dos quadrinhos compactos – as tiras – foi o humor irônico, dotado (Ou não) de crítica social. continue lendo »