Praticando a arte do desapego
Adoro cuidar dos meus livros. Organizá-los na estante e catar algum pra ler um ou dois parágrafos marcantes são coisas prazerosas, e sei que quase todos vocês concordam comigo. Meus livros – incluindo também as revistas, quadrinhos e mangás – são como filhos. Filhos cujo custo-benefício vale a pena, claro.
Mas às vezes dá pena ver alguns volumes abandonados na estante, criando poeira, principalmente quando eles significaram tanto pra mim em algum momento. Pensando nisso, será que não é melhor… Doá-los?
