De tempos em temos nos deparamos com algum comercial realmente bom. “Bom”, não bem sucedido: A propaganda da Fiat, por exemplo, com a música d’O Rappa, passou de campanha vai ter copa de futebol pra tema de protesto político. Como expressão popular ela foi bem, mas como propaganda foi um puta fracasso. Vem pra rua junto.
Hoje vou falar de um dualismo que existe no mundo. E porque não, no mundo do cinema. A dicotomia entre a idéia produto (Proveniente do seio do capitalismo) e o que entendemos com arte. Ou seja, hoje é dia de ofender a “vanguarda”! How cool hã?
Cansei de falar escrever sobre filmes atuais. Eu andei dando muita trela pra vocês, falando de coisas novas, sendo que eu entendo mesmo é do bom e velho (Literalmente) cinema. Ah, vão… vocês têm que entender que TUDO antigamente era melhor. Parem com esse preconceito e vão assistir essas velharias. Comecem pelo filme de hoje.
Mas por que eu escolhi justamente esse com o nome difícil? Bom, Ninotchka é uma comédia romântica criada por um dos pelo maior diretor da velha guarda do gênero citado, o fenomenal Ernst Lubitsch. Toda essa porcariada de comédias românticas que Hollywood produz aos montes hoje em dia, que faz as menininhas chorarem, deve a esse cara. Mas ele fazia bem. Vamos ao filme: