Era uma tarde de sábado, eu estava me arrumando para algum tipo de churrasco, o telefone toca e uma voz simpática diz: “Senhor Ricardo (Começou errado.), você quer assinar gibis da Marvel? (TÁ MUITO ERRADO ISSO!)”. Respondi que estou lendo só DC atualmente, propostas da Marvel não iriam me interessar. Então a simpática moça jogou o protocolo de sempre, falou benefícios, ofertas, puxou meu saco e terminou com uma frase que pode ser traduzida como “Porra, vai assinar ou não?”. continue lendo »
Antes de propor alguma discussão sem sentido aqui, acho interessante explicar a ideia dessa coluna. Ela é meio um What if…?, aquele título bacana da Marvel onde ela viaja em diversos temas sem cagar a cronologia (Isso me faz pensar por que caralhos a One More Day não foi um What if…? Seria menos vergonhoso para a editora em questão, mas enfim).
Eu não sei se vocês são tão bestas quanto eu, mas eu gosto de ficar imaginando novas histórias ou mudando o rumo de histórias já conhecidas (Eu sei aproveitar bem o meu tempo). Todo mundo já soltou a clássica “Por que o Batman não mata o Coringa”, “E se o Xavier matasse o Magneto?” ou “E se a Mulher Maravilha fosse stripper?” e por ai vai. São pensamentos comuns e simples, mas que permitem uma puta viagem e rendem boas histórias as vezes. continue lendo »
Se tem uma mini-série que retrata uma realidade paralela espetacular e que jamais se encaixaria na cronologia oficial, esta é Entre a Foice e o Martelo (Red Son no original). Nela encontramos o último filho de Krypton sendo encontrado na União Soviética durante a guerra fria. E o Superman comunista se torna uma das armas mais poderosas do governo.
Dividida em três edições e publicada em 2003, a história escrita por Mark Millar, um dos mais importantes roteirista dos quadrinhos atuais, e com desenhos de Dave Johnson e Kilian Plunkett, Entre a Foice e o Martelo virou sucesso de crítica, sendo inclusive premiado com o Eisner Award em 2004 como melhor mini-série. continue lendo »
Atendendo ao pedido do @reyterry feito no artigo Realidades Paralelas, dou sequência ao assunto abordando não uma mini-série, como fiz nos dois últimos artigos, já que agora estarei falando de uma linha editorial nova baseada em uma nova realidade: O Universo Ultimate.
Esse novo universo surgiu em 2000, com o intuito de dar uma repagina nos personagens da Casa das Idéias e atrair novos leitores, sem que estes precisassem conhecer uma bagagem cronológica de mais de 40 anos.
Inicialmente, era para esta linha ter uma vida relativamente curta (Cerca de 5 anos), mas as vendas fizeram o Universo Ultimate prosperar ainda mais, tanto que até mesmo fãs de longa data dos personagens Marvel passaram a “abraçar” o Universo Ultimate como uma idéia, até de certa forma, inovadora. continue lendo »
Há algum tempo, nosso colunista de música K mostrou suas impressões sobre a HQ Scott Pilgrim e fez uma comparação com o longa lançado em 2010. O saldo final foi que a HQ era bem superior ao filme, o que na minha opinião pode soar errado ao olhos de quem lê (WTF??). De qualquer forma, estou aqui para defender Scott Pilgrim Contra O Mundo, filme que passou despercebido e se mostrou uma produção cinematográfica sensacional. Antes de tudo, que fique claro, literatura e cinema podem até se relacionar, mas são tipo água e óleo: Não se misturam. Pelo menos no meu mundo não. continue lendo »
Pretendo abordar, nos próximos artigos, algumas realidades e linhas do tempo alternativa em que nos deparamos com versões de heróis conhecidos em histórias marcantes ou apenas divertidas, sejam elas publicadas em séries, mini-séries ou edições especiais. E como mencionei o Reino do Amanhã no artigo anterior, iniciemos por ele.
A história foi escrita por Mark Waid e ilustrada por Alex Ross, sendo publicada em 1996. A história mostrava cerca de 20 anos a frente num possível futuro do Universo DC, onde a humanidade havia perdido o respeito pelos heróis. continue lendo »
O maior problema em se acompanhar quadrinhos de super-heróis é ter que ficar antenado em sua cronologia. Tal problema ocorre porque alguns personagens já possuem algumas décadas de história, além de freqüentes retcom (Atualizações em suas mitologias), o que faz com que alguns fatos sejam substituídos, ou invalidados, ou acrescentados, ou modificados, tornando certos “fatos oficiais” não tão oficiais e até mesmo confusos.
Com isso, muitos leitores (Novos e antigos) ficam perdidos em certas referências clássicas, seja da Era de Ouro, seja da Era de Prata, que alguns autores como Grant Morrisson ou Geoff Johns costumam usar. continue lendo »
Continuando nossa saga pelos heróis com poderes de insetos, vamos conhecer um pouco mais sobre o alter-ego de Abner Ronald Jenkins, o Besouro, inicialmente um vilão recorrente do Homem-Aranha e Homem de Ferro e que posteriormente se tornou herói nos Thunderbolt. continue lendo »
Continuando com os heróis com nomes ligados a insetos, hoje trarei dois personagens quase desconhecidos ligados a escaravelhos. São eles: O Escaravelho Dourado, vilão da Marvel; e Escaravelho de Prata, herói da DC. continue lendo »
Depois de um tempo sem escrever (Por motivos relacionados a trânsito e saúde, o que não vem ao caso), continuemos com os heróis cujos codinomes se referem a insetos, e o próximo na lista é o Homem-Formiga.
O personagem, criado por Stan Lee, Larry Lieber e Jack Kirby, surgiu nas paginas de Tales to Astonish #35 em setembro de 1962, revista especializada em história de ficção científica. Basicamente os poderes do Homem-Formiga consistiam em encolher até o tamanho de um inseto mantendo sua força. O alte-ego do herói era o cientista Dr. Henry “Hank” Pym que já havia surgido edições antes (na #27 de janeiro de 1962). continue lendo »