Marble Hornets iniciou, Tribe Twelve apavorou e Everyman Hibrid chocou. Duvida? Porra, os moleques são psicopatas e fazem o que muita slenderseriezinha queria fazer e não teve coragem ou recurso para tal. E os caras nem focam apenas no Slenderman, o que deixa tudo ainda mais foda.
Eu sou um tanto quanto preguiçoso em relação à séries. Sério mesmo (Hã? Hã? Alguém?), praticamente a única série que acompanho atualmente é The Big Bang Theory, e eu já estou dois episódios atrasado. E não haveria problema nenhum isso caso eu não me importasse, mas a questão é que eu quero ver mais coisas.
Eu freqüento uma loja de quadrinhos, dvds e coisas da “cultura pop” em geral. Apesar de ser uma loja, e possuir uma clientela rotativa, aquele lugar tem um cinturão de freqüentadores que praticamente não compram nada, só sentam e assistem filmes, discutem sobre coisas, passam o tempo. Nesse ponto, é quase um clube fechado. Eu sou parte desse cinturão, desse clube, que orbita o dono da loja e seu balcão. Agora imagine, durante a semana, meia dúzia de caras sérios e trabalhadores, em graus variados de nerdice, falando sobre… O último capítulo da novela.
Pois é moçadis, agora não mais, mas há pouco tempo atrás, houve a popularização de uma lenda urbana de um cara magrelo, de terno e gravata e sem cara, que fez muito marmanjo ficar se cagando por aí. Sinceramente? O jogo é uma bosta, mas se você quer mesmo saber se você tem coragem, você precisa assistir as webséries do Slender Mano, e uma das melhores é Marble Hornets.
Tá todo mundo vivendo essa dor de cotovelo de fim de namoro. Tá todo mundo sentindo saudade, sentindo falta, lembrando de como era e de como não é mais. Tá todo mundo comentando, falando sobre, discutindo e esperando que o que vem depois seja tão bom ou melhor do que o que acabou. É o fim de um relacionamento. Só que o fim de um relacionamento com uma novela. Oi, né? Oi Oi Oi.
Pois bem, acabou Avenida Brasil. E eu não sei se antes o que faltava pra galera se engajar tanto em uma novela da Rede Globo era a falta – ou a disseminação menor – de redes sociais, ou se era um bom roteiro com bons personagens, ou a identificação por parte do público. O fato é que a novela fez sucesso, e muito.
Semanas atrás, um filme americano satirizando o profeta Maomé provocou uma onda de protestos pelo mundo – manifestações violentas em sua maioria e que resultaram em mortos e feridos. Mais um dia no Oriente Médio: Mortos, ódio e uma reação incrivelmente rápida a qualquer coisa no universo que lhes ofenda só um pouco que seja, especialmente no que concerne a religião e ainda mais especialmente se vem dos Estados Unidos da América.
Não vou negar que sou totalmente viciado em jornalismo esportivo. Sou o tipo da pessoa que adora esportes, apesar de não praticar nenhum. Gosto de futebol, rubgy, lutas e corridas em geral. Com razoável frequência, me informo sobre esportes que não sou lá grande fã, tipo basquete ou esportes radicais. O grande problema é que o caso do jornalismo esportivo brasileiro é bastante “complexo”. continue lendo »
Bem, agora que tão na moda estas bostas de romances entre mocinhas complicadas e rapazes que na verdade são monstros problemáticos, tudo o que faltava pra completar essa babaquice toda, além de um filme sobre um zumbi bonzinho, era uma série. É, faltava porque não falta mais. The Beauty and the Beast estreou semana passada, para alegria de uns e desespero de outros.
Pois é, eu tinha feito um resumão aqui sobre as 6 primeiras temporadas da série e prometi que assim que eu tomasse coragem e resolvesse terminar de assistir a 7°, eu voltaria aqui pra comentar. Pois é, esse momento chegou, e chegou mais rápido do que eu imaginava.