Caras, se tem uma coisa muito irritante na internet são os grupos sobre quadrinhos, já que os fãs da Marvel desmerecem tudo que a DC faz e vica versa. Tudo bem que a Marvel é mais foda, com personagens mais fodas, histórias mais fodas, filmes mais fodas e até séries mais fodas, mas calma lá, a DC também tem seus méritos.
Sabe aquela ideia foda pra caralho, que você tem certeza que não é apenas genial, mas que vai ser um sucesso gigantesco? E, mais incrível ainda, outras pessoas concordam com você, e uma pequena parte delas inclusive aceita tornar esta ideia real! Seria uma pena se desse tudo errado.
É óbvio que o grande destaque do universo do Batman é ele próprio. O grande Homem-Morcego, que fascina, que recentemente teve uma trilogia considerada épica por alguns e no mínimo ótima pela maioria. Ele é o centro de tudo e os outros são coadjuvantes. Só o Coringa consegue andar mais ou menos do lado de Batman, como seu nêmesis, seu lado negro, e atrai a atenção dos leitores sozinho de vez em quando. Mas enfim, não é bem isso que eu queria dizer, mas sim que alguns personagens são tão ou mais interessantes do que o principal e, com as pessoas certas por trás do trabalho, eles funcionam muito bem numa HQ própria. Foi o que houve com a Mulher-Gato. Vem comigo. continue lendo »
Oito anos após a morte de Harvey Dent, a cidade de Gotham City está pacificada e não precisa mais do Batman. A situação faz com que Bruce Wayne (Christian Bale) se torne um homem recluso em sua mansão, convivendo apenas com o mordomo Alfred (Michael Caine). Um dia, em meio a uma festa realizada na Mansão Wayne, uma das garçonetes contratadas rouba um colar de grande valor sentimental. Trata-se de Selina Kyle (Anne Hathaway), uma esperta e habilidosa ladra que, apesar de flagrada por Bruce, consegue fugir. Curioso em descobrir quem é ela, Bruce retorna à caverna para usar os computadores que tanto lhe serviram quando vestia o manto do Homem-Morcego. Aos poucos começa a perceber indícios do surgimento de uma nova ameaça a Gotham City, personificada no brutamontes Bane (Tom Hardy). É o suficiente para que volte a ser o Batman, apesar dos problemas físicos decorrentes de suas atividades como super-herói ao longo dos anos.
Quando começaram as notícias sobre o último filme do morcego, eu decidi abrir mão de teorias e spoilers. Como eu estava meio feliz com os dois últimos resultados do Nolan, decidi entrar na onda “in Nolan we trust” e pensei despretensiosamente: “Ok Nolan, surpreenda-me”. E o maldito conseguiu [Atenção, essa merda tem spoiler. Se você não quer estragar nada, leia aqui ou aqui]. continue lendo »
Pra fechar essa série, falta só falar das malvadas das HQs e encerrar esta singela falta de criatividade homenagem às mulheres. É claro que como nas outras listas muitas pessoas podem discordar de minhas opiniões. continue lendo »
Seguinte, cês devem saber que recentemente saiu uma notícia de que o terceiro filme do Nolan teria finais alternativos, e outra notícia falando que o Adam West vai fazer uma ponta no filme, então, CAGAREI REGRA porque não tenho mais ideia pra post.
Semana passada eu escrevi esse lindo texto sobre os heróis nas terras tupiniquins. Como besteira pouca é bobagem e eu sou especialista em produzir porcarias, esse texto acabou me abrindo um leque de idiotices, e por alguns minutos fiquei imaginando como as revistas brasileiras se portariam perante nossos amiguinhos da justiça.
Há algum tempo atrás escrevi uma série de artigos sobre realidades paralelas (01, 02, 03, 04, 05, 06). E mais uma vez venho abordar o tema, desta vez com um foco mais definido: O Batman. Acho que o morcegão é o personagem com maior número de histórias em realidade paralelas que existe.
Mesmo porque, o Batman e um dos personagens mais fodas dos quadrinhos, principalmente pelo fato dele não possuir nenhum tipo de super-poder. O clima detetivesco também colabora muito para as histórias de Wayne & Cia. continue lendo »
Calma, não é um convite, é apenas a frase que a Estelar soltou na revista Red Hood & The Outlaws #1 e que tá causando mimimis por ai se bem que se você for mulher, maior de idade e gostosinha, isso é um convite. Outra coisa que gerou um bafafáae Nelson Rubens foi o “sexo” entre a Mulher-Gato e o Morcegão na revista Catwoman #1. Então amigos, tirem as crianças da sala, pois hoje iremos falar de sexo perai gordinho, levanta essa calça que não vai ter pornografia aqui. continue lendo »
Eu sempre fui um grande fã de crossovers. Não da qualidade das histórias (Que sempre foram um lixo), mas do conceito: Pegar dois ou mais personagens de diferentes universos e colocar na mesma história. Infelizmente nunca li um crossover bom, as histórias sempre foram zuadas, arranjavam um motivo qualquer pra juntar os personagens, rolava uma leve briga e no fim os dois viravam amigos e combatiam o mal. Nos anos 90 esse tipo de história foi bem popular, era comum ver uma mistura de Marvel e DC, tanto que rolaram alguns clássicos como Liga da Justiça x Vingadores e o fracassado Marvel x DC. Por nunca acertarem uma história, eu sempre fiquei imaginando se a culpa é dos roteiristas (É dos roteiristas) ou se nunca fizeram uma combinação boa de personagens. Como é mais fácil eu imaginar que é a segunda opção, eu levantei grandes encontros que seriam fodas, mas que ninguém botou fé (Porra roteiristas). Então segue a lista aí: continue lendo »