A maioria dos problemas que vemos no mundo nerd não está lá apenas por eles serem nerds, mas sim pelo mesmo motivo dos maiores problemas de tudo aquilo que tem como grupo majoritário o homem branco hétero: O privilégio. Machismo, racismo, homofobia, xenofobia e afins são encontrados em qualquer área. Porém, existem problemas específicos dos nerds que fazem com que esses ataques ganhem ainda mais espaço nessa comunidade. Talvez (E muito provavelmente) por homens brancos héteros terem sido durante tanto tempo os únicos nerds com visibilidade (Mas que novidade, né?). Tá, mas quais são esses problemas? Bom, como alguém que já foi esse nerd tóxico acho que posso apontar alguns desses problemas aqui. Vem comigo.
Quem são os nerds? De onde vieram? Para onde vão? Do que se alimentam? Como se reproduzem? (HaHa) Tudo isso e muito mais você descobrirá hoje no Bacon. Ou não. Passamos por mais um Dia do Orgulho Nerd. Ou seria o Dia da Toalha? Bom, pelo que sei, a data começou a ser comemorada em 2001 pelos fãs de Douglas Adams, como homenagem ao dia de sua morte. Mesmo a data estando errada. Coincidentemente e posteriormente a isso, alguns fãs de Star Wars, ou talvez até os mesmos fãs de Adams que criaram o Dia da Toalha, resolveram comemorar os 29 anos da estreia de Star Wars – Uma Nova Esperança. Porém, é também comemorado o Glorioso 25 de Maio pelos fãs de Discworld. Sendo assim, já que tanta coisa maneira era celebrada no mesmo dia, por que não juntar a porra toda e transformar esse dia maravilhoso no Dia do Orgulho Nerd? Ok, legal. Mas peraí, orgulho nerd?
estereótipo (estereo- + -tipo)
1. Artes gráf. Chapa obtida pela fusão de chumbo numa matriz ou numa impressão. = cliché
2. Trabalho feito com essa chapa.
3. Ideia, conceito ou modelo que se estabelece como padrão.
4. Preconceito.
5. Coisa que não é original e se limita a seguir modelos conhecidos. = lugar-comum
s. m.
6. Patol. Comportamento ou discurso caracterizado pela repetição automática dum modelo anterior, anónimo ou impessoal, e desprovidas de originalidade e da adaptação à situação presente. = estereotipia
De: Dicionário Priberam
Não estamos falando de uma chapa para impressão, nota-se. continue lendo »
É, eu sei. Faz tempo que o filme foi lançado. Mas e daí? Só fui assisti-lo agora e bem, resolvi escrever uma resenha.
Bom, a primeira vez que li sobre o enredo dessa animação da Dreamworks pensei com meus botões: Mas isso é incrivelmente parecido com Eragon! Pra quem não sabe, Eragon é um livro. Mas foda-se o livro, a parada é que dentro dele há uma história sobre o primeiro Cavaleiro de Dragão e, adivinhe, é praticamente a mesma coisa do resumo de Como treinar seu dragão.
A história gira em torno de um adolescente viking chamado Hiccup, que vive na ilha de Berk, onde os combates dragões é um modo de vida. Depois que ele captura a raça mais poderosa com um canhão de disparo de bolas, Hiccup acaba por fazer amizade com o dragão. Esta relação vira seu mundo de cabeça para baixo enquanto ele se esforça para convencer sua tribo que não precisam ser matadores de dragão.
Neste sábado, 11 de setembro de 2010, vocês, nerds de todo o Brasil (Bom, não de todo o Brasil) terão um motivo, mesmo que efêmero, para continuar vivendo suas vidinhas miseráveis: Acontecerá na gloriosamente cinzenta metrópole de São Paulo o 3º Mercado de Pulgas.
Neste evento, de entrada gratuita, estarão centenas, se não milhares, de nerds como você e eu, ávidos por encontrar uma namorada comprar, vender e trocar quadrinhos, livros, action figures/colecionáveis, cartas de Magic: The Gathering, jogos e toda essa tralha que está mofando nas gavetas do seu quarto.
Além do mais, para aqueles que não têm tino comercial e querem exercer a nobre arte de se dar bem sem fazer nada, serão feitos sorteios de hora em hora de brindes surpresa. Comece a juntar agora as moedas que estão debaixo do sofá: Sua coleção de fanfiction de Cooking Mama não vai se completar sozinha.
Bora deixar de lado que The Big Bang Theory já tem três temporadas, exibidas pela Warner. Não é nada novo na televisão de ninguém. O que me faz falar sobre a série só agora é: 1 – Antes eu não escrevia pro Bacon; 2 – Tem muita gente escrevendo merda por aí. Com o crescimento relativo dessa sitcom, essas coisas acontecem, mesmo. Ainda mais quando o season finale da série supera, em audiência, o último episódio do Lost, nos EUA. Entre uma série feita em uma ilha no Havaí e outra em um estúdio, qual você acha que custou mais? Tapa na cara dos produtores, véi. Mas não é disso que a gente vai discutir no texto. “Discutir” – eu vou escrever; vocês vão ler e concordar. continue lendo »
Como discutido semana passada, ser nerd se tornou uma maldita modinha. Do nada, todo mundo se dizia nerd, amantes/admiradores dos nerds e coisas parecidas. Nossos mundos foram invadidos por matérias da Globo que mostravam como éramos “legais” em nossa ânsia por conhecimento e pornografia, e como tínhamos nossa contraparte mais incrivelmente legais ainda, os geeks (Nada contra eles, claro). continue lendo »
De uns anos para cá, começou a acontecer algo que eu, desde pequeno, julgava impossível: Os nerds se tornaram populares. Claro, sempre tinha uma ou outra ovelha desgarrada que, devido a algum desvio de personalidade, conseguia ser menos desprezado que o normal. Nós, nerds, não tínhamos habilidade para praticar esportes, velocidade ou resistência para brincar de esconde-esconde ou pega, ou mesmo beleza para brincar de salada mista. continue lendo »
Pulemos a parte onde eu digo que o título é auto-explanatório e vamos logo ao que interessa. Ah, vale dizer: todas as tiras recomendadas abaixo são em inglês. Infelizmente, não temos muitas produções nacionais que valham a pena ser citadas (dessa série de recomendações, entre os brasileiros, sei que falta Malvados. Não se preocupem, Dahmer ainda aparecerá por aqui). continue lendo »
Na minha primeira e ilustre coluna, quando ainda não era coluna e quando eu ainda sabia escrever, eu deixei bem explícito que os MMOGs eram mais indicados para jogadores casuais. Vamos conhecer o perfil destes jogadores:
Jogadores casuais costumam ser pessoas normais, que, por algum motivo não explícito, acabam ficando em casa em alguns fins de semana e, sem mais o que fazer além de conversar com os amigos nerds, já que as pessoas normais SAEM, decidem jogar. Na verdade, eles tentam conversar com os amigos nerds, que enchem TANTO o saco deles que os fazem jogar.
“Hey, Junnin, seu mentiroso. Nerds não saem do jogo”