Antes de começar o tópico propriamente dito, andei lendo os comentários no texto do Higgor, vulgo Loney (Sim, ele é uma pessoa, nunca o vi, mas é) e quero agradecer a todos o carinho que vocês tem pelo Bacon. Agora eu fiquei em dúvida se era pelo alimento ou pelo site, mas enfim, isso fica para outra. Mas para provar que eu amo todos vocês também, vou resenhar um álbum supimpa, desta banda (?) porreta para que todos sejam felizes e se tornem pessoas melhores. Segue ai comigo. continue lendo »
Antes de mais nada, eu vou avisando: Não sou profundo conhecedor de Mark Lanegan, só peguei as músicas dele pra ouvir por conta de The Gravedigger’s Song, e por conta do serviço do rapaz no Screaming Trees e Queens of the Stone Age, então se eu tiver falando bosta, cês me corrijam. Eu não vou mudar minha opinião por vossa conta, mas cês podem me corrigir o quanto quiserem. continue lendo »
E aqui estamos nós [No caso, eu] falando novamente de Matanza. Depois de um hiato de cinco anos entre A Arte do Insulto e Odiosa Natureza Humana, eles lançaram Thunder Dope no fim de 2012. E ao contrário do que aconteceu com Odiosa Natureza Humana, esse álbum foi um pouco decepcionante. Em partes porque a banda regravou umas demos, mas que não ficaram tão boas assim produzidas, na minha não tão humilde opinião. Sei lá, eu gosto de coisas cruas. Eu gosto do meu bife mugindo. continue lendo »
Mondo Generator foi uma banda que eu descobri por conta da associação com Queens of the Stone Age, Kyuss e stoner rock em geral. E, grata surpresa, virou uma das minhas bandas favoritas, talvez pela crueza das músicas, talvez pelo foda-se em geral contido nelas. Era algo rápido, rasteiro, despretensioso, divertido. Pérolas como Cocaine Rodeo, do álbum homônimo, de 2000, ou talvez So High, So Low, do A Drug Problem That Never Existed, de 2003 me condicionaram a ver a banda como algo sem grandes pretensões, e por isso mesmo me agradou. E, para o bem ou para o mal, esse é o álbum mais produzido do Mondo Generator. continue lendo »
Eu não vim a saber que o Offspring tinha lançado um álbum nesse ano que se passou tão cedo. Na verdade, eu só descobri essa porra novo porque vi o Jo comentando sobre. E olha que ele não é o cara mais atualizado, e eu não tou falando só de música. Ai resolvi ouvir a bagaça pra ver do que se tratava. E a primeira impressão é de que os caras tão lançando o mesmo disco toda vez. continue lendo »
Depois de se separarem em 2006, graças ao vocalista Justin Hawkins, que encheu o rabo de tudo quanto é droga e foi pra rehab, o The Darkness se reuniu em 2011 e soltou essa pérola em agosto desse ano. Mas eu precisei digerir um pouco a bagaça, porque inicialmente não me agradou como deveria. Talvez fosse a expectativa, não sei. O que importa é: O disco não é tão ruim quanto aparentou na primeira audição, mas ainda não me pegou feito Permission to Land ou One Way Ticket to Hell… And Back. continue lendo »
Natal, tempo de muita alegria, presentes, solidariedade e toda a família reunida pra celebrar o nascimento do Papai Noel. E nada simboliza tudo isso como toda aquela velha decoração e filmes natalinos que reprisam na TV há centenas de anos. Além de claro, as tradicionais músicas do período… Na voz do Mark Lanegan! continue lendo »
Bom, já contei a história desse álbum aqui. Pro pessoal preguiçoso que não vai ler o outro texto: O Imaginaerum ia ter vídeos para todas as músicas que, juntos, formariam uma historinha. Pra economizar tempo e dinheiro Como o projeto ficou bem grandioso, acabou virando um filme.
Talvez eu não seja lá a pessoa mais indicada pra falar do Nightwish, por que, como já disse, tenho implicância com a formação atual da banda leia-se: Com o Tuomas. Como os fãs da banda são chatos pra caralho, é capaz de haver uma ragezinha nos comentários. Ou não, já que vocês ignoram o Bacon completamente.
Enfim, vamos discutir essa budega. Talvez eu tenha dado o braço a torcer. Talvez. continue lendo »
Esse ano fui apresentada à música do Cícero. Não conhecia a banda que ele fez parte – Alice – mas seu álbum solo me conquistou de cara. Canções de Apartamento, de 2011, é uma revelação, um presente pro cenário musical brasileiro atual. O som do músico, comparado ao de Marcelo Camelo, Rodrigo Amarante, Milton Nascimento e até Caetano Veloso, desponta como uma surpresa agradável. continue lendo »
A Ida Maria surpreende. Pode parecer, de primeira, uma cantorazinha rebelde que anda de shortinho curto e faz musiquinha safadinha. Ok, tá, sim, ela é tudo isso. Mas pelo menos a mulher passa longe de ser meia boca e de apelar pra clichês que a gente vê tanto por aí em cantoras de pop!