Muito material, mas muito MESMO, foi lançado pro filme Batman – O Cavaleiro das Trevas: Pôsteres, vídeos, imagens, sites e virais que incluiam tudo isso, além de telefones e quebra cabeças pro povo desvendar. Eu, como sou um grande preguiçoso, só vi alguns trailers [Quando chegou no trigésimo sétimo eu parei de acompanhar, já que eram todos parecidos.] e fotos. Ou seja, não cheguei a ver tudo o que tinha saido sobre, mas também não fui ver o filme sem saber nada.
E não acho que seja necessário ter acompanhado. O máximo que você precisa é ter visto é Batman Begins, ou nem isso. O filme por si só já é suficiente. Claro que você pode ir com um monte de expectativas, mas elas provavelmente serão superadas. A desgraça tem duas horas e meia, e você nem NOTA que passou tanto tempo. A não ser que tenha bebido muito, ai sua bexiga vai te trazer de volta ao mundo real.
EFEITOS VISUAIS / SONOROS
Muito bons, quase perfeitos. Nada como ver o Batman pulando de um prédio e abrindo a capa, de modo que ela vire tipo uma asa delta, e depois sair planando como se fosse a coisa mais normal do mundo. Meu único problema visual foi com algumas das cenas de luta: Odeio quando a luta fica meio encoberta, talvez por isso goste tanto de filmes de kung fu. Mas a maior parte delas mostra o morcegão quebrando todo mundo. E também apanhando um pouco, por que não?
Se as imagens são quase, os sons são perfeitos. A risada do Coringa é a melhor parte sonora do filme. Tudo bem que eu sou um psicopata, mas você realmente nota a insanidade do cara. Isso é mérito do Heath Ledger, claro. Mas se o som fosse uma bosta, talvez não tivesse tanto impacto. As cenas de ação, perseguição, luta e o escambau tem sempre efeitos sonoros muito bem trabalhados, de modo que você tem certeza que a explosão foi do seu lado. Sem contar que as músicas se encaixam (heh) perfeitamente com os momentos. Quando é ação, da-lhe música movimentada. Quando é tensão pura, aquela música chata que não deixa você em paz. Quando é aquela ceninha mela-cueca com a honra de alguém sendo mostrada, vai que vai com música-para-momentos-épicos. Ou algo assim.
Cês nem imaginam de onde ele tira essa moto!
ENREDO
Batman e o tenente James Gordon se unem ao novo promotor público de Gotham, Harvey Dent, para acabar com a onda de crimes do psicopata conhecido como Coringa, enquanto o próprio toca o terror na cidade.
A questão é que isso não é nem metade do enredo do filme. Reviravoltas, tramas paralelas e coisa do tipo acontecem com freqüência, de modo que praticamente qualquer coisa que eu fale possa ser tomado como spoiler pelos pentelhos leitores do site.
Claro que deixaram uma GIGANTESCA abertura para uma provável continuação, mas também terminaram alguns assuntos pendentes do filme anterior, como o que aconteceu com o Espantalho, que tem uma pequena participação no início do filme.
Ah, sim, aqueles capangas que usam máscaras de palhaço aparecem só na seqüência inicial. Mas nem por isso deixam de ser importantes, mostrando o quão doente o Coringa é.
Fora aquela milícia que quer ajudar, aquela que o nome não me importa, que se veste de Batman e cai no tiroteio, que tem uma participação fundamental, sendo usada como “cartão de visitas” do Coringa.
“Cê me chamou de PALHAÇO, véi?”
PERSONAGENS
Christian Bale é o Batman: exército de um homem só com treinamento em lutas, porrada, mas também mental, calculando coisas que você, pobre mortal, não consegue nem ferrando. Aaron Eckhart é um Harvey Dent bonito, que fala bem e age com confiança, ganhando assim o povo de Gotham, ao mesmo tempo que arruma muitos inimigos, por conta das prisões que fez. E acaba pagando por isso. Alfred é o Grilo Falante do Batman: Poe o fortão pra pensar, evita que ele faça cagadas, ao mesmo tempo que encoraja o rapaz. Mais uma vez interpretado pelo brilhante Michael Caine. Rachel Dawes é o par romântico de Bruce Wayne E Harvey Dent. Tem papel fundamental na história, já que essa disputa desencadeia uma série de acontecimentos. E eu comia a Maggie Gyllenhaal.
James Gordon é o cara que dá suporte ao Batman, mesmo ele sendo um fora-da-lei. Sem ele, Gotham estaria pior ainda, já que a colaboração do Batman com a polícia se dá por ele. Mais uma vez Gary Oldman manda bem no papel. Lucius Fox é o tio das modernidades tecnológicas. Faz o que Bruce pede, enquanto cuida da empresa. No papel, Morgan Freeman, outro que volta muito bem.
Tou esquecendo alguém? Ah, sim:
“Você parece tenso. Quer uma… massagem?” (heh)
O Coringa.
PUTA QUE PARIU. Essa é a melhor forma de expressar o que eu achei da atuação de Heath Ledger. Não tem como não ficar impressionado. O Coringa de Ledger é doente, psicopata, frio, calculista e… divertido! Ele realmente tem graça, um humor negro refinado, que muita gente não vai entender ou achar graça, mas eu achei. O grande diferencial do Joker é que ele não é movido pela ganância, pela junção de bens materiais, ou por vingança, ou por outra coisa que não seja… Diversão. O palhaço só quer se divertir. E o único que é tão insano quanto ele, segundo ele mesmo, é o Morcegão. A única lógica dele é que: não há lógica.
EXPECTATIVA BLOCKBUSTERIANA PóS BATMAN – O CAVALEIRO DAS TREVAS
Uma obra prima. Os filmes de gibi, a partir desse Batman, serão divididos entre antes e depois do Batman de Nolan. Principalmente O Cavaleiro das Trevas. Eu sei que isso vai ser só até sair um filme melhor. A grande questão é: Sairá, algum dia, algum filme MELHOR que esse, na área de HQ? Com certeza é a melhor adaptação do ano. Quase certeza que é o melhor filme do ano. Quiçá um dos melhores de todos os tempos. A não ser que você seja ranheta igual o théo. Por até marvelete muito do xiita se rendeu ao filme.
“Obrigado, obrigado. Vocês foram ótimas vítimas.”
Ah, não tem nada depois dos créditos.
Batman – O Cavaleiro das Trevas
The Dark Knight (152 minutos – Ação) Lançamento: EUA, 2008 Direção: Christopher Nolan Roteiro: Jonathan Nolan e Christopher Nolan Elenco: Christian Bale, Michael Caine, Heath Ledger, Aaron Eckhart, Maggie Gyllenhaal, Gary Oldman, Morgan Freeman, Eric Roberts, Cillian Murphy, Anthony Michael Hall
Depois do grotesco Batman & Robin, o Homem-Morcego precisava se reciclar, como manda a onda ecologicamente correta do mundo atual. E quer melhor meio de apagar falhas antigas do que ofuscando-as com um filme FODA?
Chamaram então Christopher Nolan, diretor de Insônia e Amnésia. Mas será que funciona ponhar um diretor mais “intelectual” numa adaptação de história em quadrinhos?
Funcionou, e MUITO BEM. Batman Begins tem ação, traquitanas tecnológicas e um roteiro que não é raso igual uma poça d’água.
A história é uma variação daquela que todo mundo conhece: Bruce Wayne tem 8 anos e está brincando no quintal da mansão Wayne, quando cai num poço abandonado e é assustado por vários morcegos. E, mais tarde, seus pais são assassinados por um ladrão na saida da ópera. O mérito do filme é amarrar tudo de um modo que esse início [O Begins do nome, noob] seja coerente.
Não mostra o Bruce chegando e virando o Batman da noite pro dia. É mostrado todo um treinamento com Ra’s al Ghul, que se torna um dos vilões do filme, ao lado do Espantalho. Além disso, é explicado de modo coerente onde ele arruma a bat-tecnologia. Ou vocês acham que as indústrias Wayne iam ter um kit Batman prontinho lá, só esperando o playboy chegar?
Uiii!
EFEITOS VISUAIS / SONOROS
Imagens foda, sons idem. Cara, tem gente que reclama da voz do orelha-pontuda, mas pelo que eu entendi, ele embutiu um modulador de voz na máscara/uniforme/whatever… Claro que eu posso estar viajando e ele tava forçando a voz igual uma puta no cio. Mas faz parte do disfarce as vozes diferentes. Acho. A minha falta de informações é incrivel.
E as imagens são uma beleza. A cena de perseguição do Bat-Móvel é DO CARALHO!!! Apesar de achar que eu faria uso muito melhor daquela belezinha…
Eu não queria fechar esse carro…
O único porém é que as alucinações são muito fajutas… A camera dá uma tremida, nego joga um efeito em cima, e pronto, acham que isso é uma visão from hell.
ENREDO
Como eu já disse, o enredo é muito bem amarrado, deixando algumas perguntas para serem respondidas numa possivel seqüência, que inclusive estréia amanhã.
E o envolvimento entre todo mundo é uma coisa absurda. Você acha que foi tudo um grande acaso, e de repente jogam uma bomba no seu colo, que você não esperava. [Ou esperava, vai que você é o Sherlock Holmes]
“Luke, I’m your father!”
PERSONAGENS
Christian Bale é meio baixinho pra ser o dono do cinto de utilidades, mas até que se saiu bem. Katie Holmes é uma Rachel Dawes meio sem sal, muito delicadinha e tal. Tinha que ser uma mulher menos tanga, por assim dizer.
Botaram Ra’s al Ghul como sendo o cara que ensina tudo que o Bruce sabe, em troca de algo que o milionário não vai dar. Depois, ele resolve que vai foder com Gotham, e se alia ao Espantalho, que é um FDP que causa visões toscas em nas pessoas com um gás fornecido pelo Ra’s.
E claro, tem o Alfred! Interpretado brilhantemente por Michael Caine, o mordomo é aquele cara que joga um humor britânico nas partes menos sérias, e que dá uma dramaticidade profunda quando o filme pede. Jim Gordon, que futuramente se torna o Comissionário Gordon, não fez nada de muito espetacular, afinal, é só um sargento. Que é promovido á tenente no fim do filme! RRÍ! SPOILER!!!
A culpa é sempre do mordomo!
Um novo começo, e muito melhor que qualquer outra tentativa de levar o Batman pra tela grande. O começo de uma franquia de filmes que promete.
Se você gosta de histórias em quadrinhos, adaptações, Batman ou filmes de ação, devia ver esse filme.
Se não gosta, devia ver também, pra poder caçar o que falar mal, já que é dificil.
Batman Begins
Batman Begins (140 minutos – Ação / Aventura) Lançamento: EUA, 2005 Direção: Christopher Nolan Roteiro: David S. Goyer Elenco: Christian Bale, Michael Caine, Heath Ledger, Aaron Eckhart, Maggie Gyllenhaal, Gary Oldman, Morgan Freeman, Eric Roberts, Cillian Murphy, Anthony Michael Hall
Eu, como admirador de um bom filme de vampiros, diria que Entrevista com o Vampiro é o pior, o PIOR filme do gênero.
Tudo começa com a aparência dos vampiros. Eu SEMPRE tenho que repetir: Vampiros são seres MORTOS que se alimentam com sangue, dormem durante o dia e têm a aparência feia. Aqui você se depara com TOM CRUISE, BRAD PITT e ANTONIO BANDERAS, totalmente MAQUIADOS e vestidos de uma forma ELEGANTE. De QUEM foi a idéia GENIAL de chamar GALÃS para serem VAMPIROS?
Além de tudo isso, temos um vampiro que não quer se alimentar de sangue humano. COMO ASSIM?
Mesmo sendo um filme tão ruim, há algo que se salva no filme: Eles deram um bom valor á imortalidade de um vampiro. Mas de uma forma tão cansativa que isso acaba passando batido. Cansativa E repetitiva, aliás, afinal, o filme parece ter umas 3 horas tendo em vista o tédio mortal.
Tirando esta parte, é claro.
A história também é uma porcaria, típico vampiro que não tinha conteúdo nenhum para ser entrevistado. Até eu renderia uma entrevista melhor, mesmo não sendo um vampiro. Mas o erro já começa aí: Vampiros NÃO DÃO entrevistas, véi. Vampiros chupam sangue. Você consegue imaginar algum dos três acima fazendo isso? Ninguém consegue. Todo mundo imagina os três em algum romance, de preferência um triângulo namoroso entre os três. Em Entrevista com o Vampiro, o romance é só entre Tom Cruise e Brad Pitt, mesmo. Fato que este filme é quase um Brokeback Mountain.
:amd:
Enfim, Entrevista com o Vampiro é uma vergonha pro gênero, sem dúvida alguma. Se você gostou desse filme, é porque você gosta de um drama. Acredite, não é porque você gosta de vampiros. Vergonha, Anne Rice (autora do livro que deu origem ao filme, noob).
Entrevista com o Vampiro
Interview with the Vampire: The Vampire Chronicles (122 minutos – Drama) Lançamento: EUA, 1994 Direção: Neil Jordan Roteiro: Anne Rice, baseado em livro de Anne Rice Elenco: Tom Cruise, Brad Pitt, Antonio Banderas, Stephen Rea, Christian Slater, Virginia McCollam, Kirsten Dunst, Thandie Newton, John McConnell, Mike Seelig, Bellina Logan
QUÊ? Como assim Indiana Jones no Overdose SCI-FI? Pois é, nem eu esperava, mas foi o que o senhor-faz-filmes-pé-no-saco, George Lucas, nos proporcionou. Isso nem foi dito na sinopse (não vou fazer outra por aqui, se contentem com o link, ok?), então eu fui ao cinema na esperança de assistir a mais um filme de aventura do vovô Indy e Só… mas aí veio este “ingrediente especial”. Não sei se foi ingenuidade ou falta de informação da minha parte, mas eu fiquei surpreso. E, de uma certa forma, decepcionado.
O filme NÃO É um Sci-Fi, só contém elementos de tal gênero. Vai com calma.
Eu pensava que o próprio INDY era a caveira, aliás.
EFEITOS VISUAIS / SONOROS
Excepcionais. Tirando as partes em que incluem a música tema da série em versões de suspense, o que eu achei completamente broxante e fora de sincronia. Já em relação aos efeitos visuais, ao menos nisso George Lucas e sua equipe (sem se esquecer de Steven Spielberg, é claro) não decepcionam. Destaque para as lutas em cima de carros e para a cena final. Mas Harrison Ford não precisou de tanta ajuda neste quesito, apesar da idade. Pelo contrário, Shia LaBeouf foi quem precisou de uma mãozinha com os macacos (SPOILER SUBLIMINAR DETECTED).
ENREDO
Indiana Jones. Tirando a parte da ficção científica, é claro. As cenas de suspense, descobertas e tudo mais, tiram a atenção de muitos (mas nem tanto) furos no roteiro. Afinal, por que DIABOS um arqueólogo vai até METADE de uma “missão”, aquela que basicamente seria a mais FODA de sua vida, e decide voltar? Ololco! Vez ou outra os caras meio que ficaram sem saída em algumas cenas, encheram o peito e gritaram: CENA TRAAAAAAAAAAASH! Na cena final, rolou algo que eu chamaria de “descarga ao contrário”. É rir pra não chorar.
PERSONAGENS
Shia LaBeouf (Mutt Williams) roubou a cena por diversas vezes. Sério, esse cara é muito bom e pode ser considerado um PERIGO para Harrison Ford – um monstro, mas com o brilho ofuscado em diversas vezes por LaBeouf. É MUITA moral roubar a cena do INDIANA JONES, ou então Spielberg perdeu MESMO o jeito. Cate Blanchett (Irina Spalko) fez o tipo de vilã que eu particularmente não gosto, além de não representar muito perigo não fosse seu EXÉRCITO. Sean Connery foi BEM melhor que ela e, pasmem, a participação do cara foi aparecer em uma FOTO. Karen Allen (Marion Ravenhood) não apareceu muito, mas o bastante pra divertir. Assim como John Hurt (Oxley), que foi um maluco e tanto. De resto, um elenco razoável.
SCI-FI
George Lucas disse que, se dependesse dele, o filme contaria com ET’s e tudo mais, se bobear o Darth Vader apareceria por lá pra… ter uma aula com Indy. Felizmente Spielberg segurou o cara, mas… ninguém segurou Spielberg. Enfim, a ficção científica inserida aqui é bem clássica, ao menos. Porém, deu a impressão de que faltou algo, mas é pelo contrário: Chegou a PASSAR dos limites. E não, eu não sou fã xiita de Indiana Jones. Sempre preferi A Lenda do Tesouro Perdido, tanto o primeiro filme quanto o segundo.
EXPECTATIVA BLOCKBUSTERIANA PóS INDIANA JONES E O REINO DA CAVEIRA DE CRISTAL
Sinceramente, esse filme tá na “zona de rebaixamento” dos blockbusters. Imagino que a bilheteria seja maior que a de alguns, mas Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal é um filme que Só diverte, não empolga. Tirando as cenas de Shia LaBeouf, claro. E não é só o AOE que tá caindo em cima do filme, acreditem.
O pôster indica um filme melhor, acredite.
Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal
Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull (124 minutos – Aventura / Sci-Fi) Lançamento: EUA, 2008 Direção: Steven Spielberg Roteiro: David Koepp, George Lucas, Jeff Nathanson Elenco: Harrison Ford, Shia LaBeouf, Cate Blanchett, Karen Allen, Ray Winstone, John Hurt, Jim Broadbent
Cinco palavras: O melhor filme de todos. Se você chegou até aqui e NUNCA VIU DE VOLTA PARA O FUTURO… Dê meia volta e pegue o seu kit-suicídio na saída. Além de ser teoricamente imposssível (Cê não tem Globo, véio?!?), é improvável que você tenha resistido a ver ao menos a cena do Martin McFly tocando Johnny B. Goode. Sério, cara. Este filme tem três dos quesitos mínimos para ser um filme bom pra mim: Trilha Sonora (Johnny B. Goode!!!), personagens cativantes e uma boa história. A fotografia não é nada quando você se dá de frente com uma trama simples, mas que, com o avanço da história, começa a tomar uma forma que fica dificil de não prestar atenção.
Momento McCartney
Tá, uma colher de chá. Se você nunca viu o filme, a história fala de Martin McFly, um adolescente comum do cinema estado-unidense. Ou seja, ele é um ferrado, mas tem uma gata de namorada, toca numa banda e rula na escola. Martin tem amizades estranhas, como o Doutor Emmett Brown (Christopher Lloyd, tão bom quanto em Família Addams), um cientista maluco que, além da óbvia mania de inventar novas ferramentas para a humanidade (Como o Profº Pardal, saca?), simplesmente cria uma máquina do tempo utilizando o método McGyver: Una um carro maneiro, no caso um DeLorean, e uma caixa de fusão nuclear. Martin acidentalmente acaba ativando a máquina, enquanto fugia de um tiroteio, e vai parar trinta anos no passado, época em seus pais ainda faziam o colegial e o doutor Emmett Brown sequer imaginava que ia conhecê-lo. Trancado no passado porque a máquina ficou avariada na viagem, Martin é obrigado a conviver um tempo com a geração cinquentista enquanto tenta fazer o DeLorean funcionar.
De Volta para o Futuro tem uma característica interessante: Ser uma ficção científica que você não precisa entender nada, simplesmente sentar na poltrona e se divertir. Porém, se quiser pensar, tem bastante coisa pra deixar você ocupado. As tiradas são inteligentes e ao mesmo tempo comuns, daquelas que você ouve e sente o riso chegar na boca. E é um filme polêmico. Afinal, quantas histórias hollywoodianas você já viu em que o protagonista beija a própria mãe na boca? E de língua! Não que Martin seja chegado num incesto, mas a gordinha (heh!) que sua mãe era não dá trégua para o ilustre desconhecido que chegou á cidade para “abalar”.
“-Parabéns, você é um jovem incestuoso”
Outro ponto forte da história é que ela não desperdiça detalhes. Situações insignificantes que normalmente não representariam nada podem ser exatamente as chaves que vão gerar a próxima grande virada ou trazer mais problemas, podendo mudar o futuro de maneiras que não podem ser previstas. Nota para o final aberto, descaradamente esperando uma continuação. Não tinha como ser de outra forma. Ah! E por que eu considero esse o melhor dos três? Além de ser o primeiro, é o mais coeso, ainda que não totalmente, além de ser a primeira vez que encontramos McFly e Brown, ilesos de qualquer estrondo de fama dos filmes seguintes. Obrigatório na estante de qualquer um que goste de filmes divertidos. Já está na minha.
De Volta para o Futuro
Back to the Future ( 117 minutos – Aventura/Ficção Científica) Lançamento: EUA, 1985 Direção: Robert Zemeckis Roteiro: Robert Zemeckis e Bob Gale Elenco: Michael J. Fox, Christopher Lloyd, Lea Thompson, Crispin Glover, Thomas F. Wilson
O fim da trilogia mais espetacular de todos os tempos. A guerra mais espetacular de todos os tempos.
Agora Neo já sabe quem é, mas fica desconsolado quando descobre que a profecia era, basicamente, um papo furado. Tudo dará errado. O que motiva Neo é Trinity e Morpheus, o cara que acreditou nele até o fim. Agora com sua fé abalada.
A equipe de Morpheus planeja o golpe final, a última esperança que eles têm. Isso quando Neo chuta o balde, bate o pé no chão e diz: Eu SOU o escolhido e VOU acabar com essa putaria toda. Contra a vontade do Conselho, Morpheus SEGUE acreditando em Neo e Niobe, ex-gordinha de Morpheus, sede a sua nave para Neo ir bater um papo com a máquina-mãe, aqueeela que representa o Arquiteto na Matrix. Trinity acompanha Neo, Morpheus e Niobe voltam a todo o vapor para Zion por serem de EXTREMA importância na guerra: sua nave tem uma arma poderosa que, quando ativada, derruba todas as máquinas que estão por perto. E as Sentinelas, também conhecidas como MÍQUINAS, estão invadindo o local.
Sério, NÃO DÍ pra não fazer uma sinopse. É MUITO empolgante.
PRA CARÍI!
Gravado logo em seguida após Matrix Reloaded, Matrix Revolutions segue exatamente onde o último filme parou e dá mais ênfase á guerra, afinal, agora o tema predominante É a guerra. Aqui basicamente deu-se o fim a filosofia, reflexões e tudo mais. Porrada. E mais um filme á altura.
Assim como defendi o filme anterior, defendo este: Matrix Revolutions NÃO PODE ser comparado a Matrix. Cada filme da trilogia trata de um assunto diferente, não adianta espernear. Aqui tudo está concentrado na BATALHA FINAL, onde Neo terá que enfrentar seu destino e acabar de uma vez com todas com o domínio das máquinas. O que não é BEEEEEEEM o que acontece.
A batalha final entre Neo e o Agente Smith consegue inovar ainda mais. Dessa vez os dois podem voar, e a pancadaria come solta até mesmo no céu. Debaixo de chuva e com a população INTEIRA da Matrix transformada em Agente Smith assistindo á luta, essa é a parte do filme em que você levanta do sofá, COLA na televisão e não quer perder NENHUM detalhe. Lembram das lutas incríveis em Dragon Ball Z? Pois é, pura nostalgia.
Pra você que é FÃ da trilogia como eu e concorda comigo deve ter se emocionado tanto como eu com esta trilogia. Até mesmo com essas resenhas, relembrando todas as cenas, discutindo ou apenas pensando nas partes que eu esqueci de citar, ou simplesmente não citei para não estragar tudo. Afinal, o filme tá lá no DVD, véi. Eu NUNCA vou ousar a contar SPOILERS NERVOSOS sobre Matrix, por mais que todo mundo já tenha visto. Afinal, ver a trilogia de novo é o que todo mundo vai fazer AGORA.
Ou cê VAI perder isso nesse fim de semana?
Matrix Revolutions
Matrix Revolutions (129 minutos – Ação / Ficção Científica) Lançamento: EUA, 2003 Direção: Andy Wachowski, Larry Wachowski Roteiro: Andy Wachowski, Larry Wachowski Elenco: Keanu Reeves, Carrie-Anne Moss, Laurence Fishburne, Hugo Weaving, Monica Bellucci
[IMG D]Também conhecido como “o filme que eu vi duas vezes no cinema”, Matrix Reloaded deixou a desejar no quesito “eu esperava por um filme á ALTURA de Matrix“. Este filme já parte para um ESTILO diferente, na verdade. Toda a filosofia já foi discutida no primeiro filme, agora a missão era apenas uma: Salvar o mundo. Então, daqui pra frente seria só PORRADA!
É por isso que eu não desvalorizo o filme. Não chego a ser um fã xiita da série, mas eu sou MUITO fã, e fã o bastante pra admitir o que deu errado ou o que ficou uma merda. Aqui Neo está evoluindo, provando para ele mesmo de que é REALMENTE o escolhido e, é claro, correndo atrás de seu objetivo. Seu destino. Não há nada complexo nisso, e, convenhamos, não é PRECISO nada complexo nisso.
PORRADA!
Eu insisto até o fim que Matrix Reloaded É um filme do caralho e não tira mérito ALGUM da série. A grande sacada foi a adição de novos personagens, além do retorno GENIAL de um deles: O Agente Smith. E, como não poderia faltar para um ser “em construção”, Neo ainda precisa filosofar pra CARÍI pra sacar qual é o problema. E a porrada come solta cada vez mais.
Outra coisa que merece destaque no filme é… a Monica Bellucci e seu vestido “eu não preciso de fôlego”. E você tira o fôlego de qualquer um. (heh)
Depois de inovar, é hora de imortalizar de vez. As lutas em Matrix Revolutions são terrivelmente espetaculares E empolgantes, simplesmente acima da média. As escolas de Kung Fu triplicaram após a estréia desse filme, isso pode ser levado como um FATO.
Os personagens Morpheus e Trinity ganharam um destaque maior aqui, seja em batalha ou planejamento. Carrie-Anne Moss infelizmente já não é a mesma Trinity de antes no quesito beleza, dá até pena do Keanu Reeves em alguns trechos.
Tremendamente judiada.
Mas enfim, é isso que eu defendo: Não é COERENTE comparar este longa com o primeiro filme da série. São caminhos diferentes. O fim do último filme deixou bem claro que, dali pra frente, o conteúdo seria: Guerra. E quem pára pra pensar em “o que é real” com 2387561251 agentes dando porrada em você? Ou quando restam 72 horas até que 250.000 sentinelas invadam sua casa? Noobs.
Matrix Reloaded
Matrix Reloaded (130 minutos – Ficção Científica / Ação) Lançamento: EUA, 1999 Direção: Andy Wachowski, Larry Wachowski Roteiro: Andy Wachowski, Larry Wachowski Elenco: Keanu Reeves, Carrie-Anne Moss, Laurence Fishburne, Hugo Weaving, Monica Bellucci
Inovação. Palavra perfeita para o início de uma resenha do filme mais inovador dos últimos tempos. Pra mim, de TODOS os tempos. Sabe quando um filme te marca? Então, taí um filme que eu já vi… bom, perdi a conta. Em uma época eu seguia uma filosofia: Todos deveriam assistir Matrix pelo menos uma vez por SEMANA, véi.
É claro que o filme dispensa sinopse, mas a vontade de escrever uma DETALHADA é enorme. Imagine um cara qualquer que, de repente, vira a SALVAÇÃO. SEMPRE “o escolhido” é um cara qualquer, impressionante. Essa é a prova de que até VOCÊ pode vir a servir para alguma coisa.
Matrix é uma transa perfeita de ficção científica, ação, futuro apocalíptico, filosofia E religião. É uma suruba, na verdade. Ao contrário de muitos filmes por aí que são Só porrada, efeitos especiais sensacionais e NADA de história, Matrix tem um PUTA recheio. E uma PUTA cobertura. O filme simplesmente não falha em nenhum dos aspectos.
OLOLCO!
FICÇÃO CIENTÍFICA
Os computadores dominam o mundo. Pra você que é NOOB PRA CARÍI e não entendeu o filme, é simples: Criamos robôs tão avançados que eles começaram a se aproveitar da gente. Inteligência Artificial. Aí veio a guerra, e a inteligência humana ainda valia para alguma coisa: Os robôs eram alimentados por energia solar. Que tal TAMPARMOS o sol, então? De repente, a Terra foi coberta por uma nuvem enorme. De repente, as máquinas começaram a usar os humanos como… pilha (cada ser humano produz, em média, 120 volts de energia elétrica). De repente, owned. De repente, isso enche o saco.
Mas os humanos precisam continuar vivos para fornecer energia, certo? Então, as máquinas – que agora CULTIVAM a gente, desde quando nascemos – nos conectam a um mundo muito próximo daqueeeele de um tempo antes da guerra, tudo isso enquanto dormimos (com um programa de computador). E crescemos. E as alimentamos. Basicamente, você passa a sua vida inteira sonhando, literalmente. Quando você morre, já era, pilha inútil. OU SEJA: Por mais que seja uma ilusão, é MUITO real.
A resistência, os sobreviventes de tudo isso, vivem escondidos e em busca de um ser que, segundo uma profecia, salvará o mundo disto. Eles vivem em uma “terra” chamada Zion, e têm a tecnologia dessas máquinas caso queiram se conectar áquela “realidade”. Matrix. Esta tecnologia está em suas naves, e é se conectando a elas que eles se unem a nós e acham o Escolhido. Mas é claro que as máquinas não facilitam: Na Matrix há “agentes”, e no planeta realmente REAL há “sentinelas”, máquinas de destruição.
A resistência também conta com programas de simulação, entre outras coisas que podem “turbiná-los” na Matrix. Você é você no mundo real, dominado pelas máquinas. Já na Matrix, com os programas certos, você poderá ser extremamente forte.
A resistência é capaz de “desconectar” as pessoas da Matrix, resgatando-as em seu “casulo”, lugar onde elas são pilhas. É o que fazem com Neo.
ENTENDEU AGORA?
AÇÃO
Misturando-se com a ficção citada acima, a ação deste filme é outra inovação nos cinemas. O que você via nos filmes do Van Damme você não vê em Matrix. Aqui você vê lutas extraordinárias, nos melhores ângulos. Algumas vezes em câmera lenta, quase um pay-per-view. Porrada de respeito. Só.
FUTURO APOCALÍPTICO
Bom, isso foi explicado acima. Um mundo dominado pelas máquinas. Criamos as máquinas, depois criamos as pilhas. Agora, as máquinas CULTIVAM a nós, que somos… pilhas. Sério, de todos os filmes “fim do mundo”, esse aqui é o mais criativo, não tem pra ninguém.
FILOSOFIA
Essa parte já ronda FORA do filme, na cabeça de nós, telespectadores. “O que é real?”. E como eu ODEIO filosofia, dispenso essa parte.
RELIGIÃO
Eu também ODEIO religião, mas a grande sacada de Matrix praticamente foi TIRADA da bíblia. Veja bem: Neo é um Messias. Zion? Saca esse trecho tirado da wikipedia: Sião, ou Zion, aparece no filme Matrix como a última cidade do planeta terra. Sião na mitologia cristã, será a última cidade possível de se viver depois do Armagedom. Entre essas e outras. Tenha medo.
Clássico.
Com toda essa mistura, Matrix, um filme de 1999, AINDA empolga. Keanu Reeves se eternizou como Neo. Os atores restantes também são eternamente lembrados pelo seus papéis. Os irmãos Wachowski se consagraram. Ou seja, não é só questão de gosto: O filme é incrivelmente foda por natureza.
Matrix
Matrix (136 minutos – Ficção Científica / Ação) Lançamento: EUA, 1999 Direção: Andy Wachowski, Larry Wachowski Roteiro: Andy Wachowski, Larry Wachowski Elenco: Keanu Reeves, Carrie-Anne Moss, Laurence Fishburne, Hugo Weaving, Gloria Foster, Joe Pantoliano, Marcus Chong, Julian Arahanga, Matt Doran, Belinda McClory, Ray Anthony Parker
Filmes mostrando lados que nunca pensamos não tem muitos por aí, como esse Evidências de um Crime, que mostra uma coisa que nunca imaginei: A cena do crime.
Tá, vocês pode falar que CSI mostra toda semana uma cena de crime, mas não da mesma maneira que esse filme. Ele mostra a cena logo depois que o corpo é removido, e conta umas coisas bem interessantes. Sem mais enrolações, vamos ao enredo:
Tom Carver é um ex-policial que se dedica a limpar cenas de crime. Como ele mesmo diz no começo do filme, uma tarefa que nunca é boa para a familia realizar, pois traz lembranças do momento e essas coisas, não me lembro direito. Até aí, tudo bem, lá está ele trabalhando todo serelepe, mostrando a rotina dele, que ele é um cara metódico, tem uma filha, um pouco do passado dele e sobre a mulher dele já falecida, essas coisas.
Como disse, tudo ia bem até o momento que ele é chamado pra fazer um serviço em uma casa, uma limpeza em um caso de homicídio. Tudo seria normal, não chamaria a atenção se ele não tivesse cometido o erro de trazer a chave da casa. Quando ele vai pra devolver, algo estranho acontece. Uma mulher atende a porta, e ao saber que ele esteve por lá a alguns dias para um serviço, nega tudo, falando que não havia ninguém por lá nos dias que ele disse e que não tinha acontecido nada de estranho.
Nisso, começa uma seqüencia de noticias na mídia que chama a atenção de Tom, praticamente no mesmo momento que um antigo parceiro de policia quer voltar a ter contato com ele.
Recomendado muito, é um daqueles filmes para entrar na sala de cinema e não pensar mais do que o necessário, só o básico para entender a história do filme, que é algo bem interessante.
Evidências de um Crime
Cleaner (93 minutos – policial) Lançamento:11/04/08 (Brasil) Direção: Renny Harlin Roteiro: Matthew Aldrich Elenco: Samuel L. Jackson, Eva Mendes ,Ed Harris, entre outros
Jumper. nome interessante. pelo menos foi o que achei da primeira vez que o ouvi. O tempo passou, a data da estréia mudou, e o que eu deveria ter conferido em fevereiro só chegou aos cinemas um mês depois. Até aí tudo bem, sou acostumado a esperar, tenho bastante prática com isso. E agora que o filme estreou, só me vem UMA palavra em minha mente: “Piloto”.
Antes que eu comece a dar minha opinião ao filme, vamos a alguns fatos dele. David Rice, o personagem principal do filme é um cara normal, até que por um motivo besta ele consegue ativar seus poderes de Jumper, algo que ele nem tinha idéia do que era. Depois de alguns testes, ele faz a coisa certa: Sai de casa aos 15 anos de idade e vai pra cidade grande arranjar dinheiro.
Chega o tempo de historinhas, tão normal nesses filmes. Ele treinando seu poder e dando umas voltas pelo mundo, e nisso se passam 8 anos. Numa visita a Londres um cara o observa, e os problemas que ele tinha arranjado na época que descobriu seu poder começam a ter mais atenção do que ele pensava. Tem umas cenas só pra dar um clima de romance a história, ele vai pra roma, e lá o cara que o observava em Londres aparece novamente, e junto com ele os Paladinos, que é como se chamam os caras maus, ou os bonzinhos, depende de seu ponto de vista. Rola uma briga, e David acaba aprendendo umas coisas e arranjando mais problemas. O problema no caso é uma pequena disputa entre Jumpers e Paladinos, que caçam uns aos outros desde os tempos passados. Só por isso, você pode ter uma boa idéia da história, então vamos a outros fatos desse filme.
O elenco é algo bem escolhido. Hayden Christensen (o Anakin de Star Wars) é quem interpreta David, cumprindo muito bem seu papel, apesar de que em algumas cenas ele fica olhando meio perdido pelas paredes, coisa muito estranha. A desconhecida Rachel Bilson (não me lembrode nenhum papel dela) está lá só pra o filme ter desculpas pra mostrar uns peitos, não que esteja reclamando, é claro. E agora, vamos falar de Samuel L. Jackson.
Na pele do agente Rowland, um dos Paladinos que parece ser o chefe, ele caça os outros com mais vontade. as cenas que ele aparece sempre são legais, menos a do final, que ele dá um sorrisinho do estilo “safadeeeenho” que foi muito tosca. O elenco tem muitos outros personagens importantes, como o pai e a mãe de David, o outro Jumper chamado Griffin, e mais uns que não me recordo agora.
Ah sim, voltando ao começo do texto, na parte do porque me veio a cabeça a palavra “Piloto”. Simples, o filme parece que foi amarrado pra ser um episódio piloto de série. A maneira que a história é contada, os fatos desconexos e o final em aberto colaboraram muito pra que eu ficasse com essa impressão. Se o filme é bom? É sim, mas não é nada daqueles que você sair pensando da sessão, relembrando das cenas e de momentos marcantes. É recomendado, mas se não puder ver no cinema, pegue quando chegar em DVD, pode ser que os extras melhorem tudo.
Jumper
Jumper (88 minutos – aventura, ficção) Lançamento: 28/03/08 (Brasil) Direção: Doug Liman Roteiro: David S. Goyer, Jim Uhls, Simon Kinberg, Steven Gould Elenco: Hayden Christensen, Samuel L. Jackson, Diane Lane, Jamie Bell, Rachel Bilson, Michael Rooker, AnnaSophia Robb, entre outros